Clair Obscur: Expedition 33 é uma obra de arte.
Mas o que ficou comigo, semanas depois de terminar o jogo, não foi apenas sua excelência como RPG, foi a forma como ele defende um tipo raro de otimismo, aquele que não nega a dor, não promete finais felizes, mas ainda assim insiste em construir algo para quem vem depois.
Neste vídeo, uso Clair Obscur como ponto de partida para falar sobre escolhas, esperança e responsabilidade em um mundo cada vez mais cínico. A conversa passa por Voltaire, Ted Lasso, Senhor dos Anéis e pelo papel da fantasia como espaço de resistência.
Isso não é um review.
É um ponto de partida.
Obrigado por estar aqui desde o começo.
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