Banda ficcional Umero Fiapo. Música composta por Cárlisson Kibernet, com uso de IA.
Idioma: Português Brasileiro (pt-br)
Produção: Cárlisson Kibernet
Caixa de Ressonância: Qwen
Áudio e Vídeo: HappyShrimp AI
LETRA
Romeu chegou cedo, o terno amarrotado
A aliança do coitado queimando o seu dedo
Heloísa mandou lhe dar o recado
Que aquele noivado agora acabou
Mais uma aguardente pra afogar a dor
E o forró do Agenor seguia em frente
Um par de sapatos rodopiou no salão
O cotovelo do moço bateu no balcão
A espuma derrama, molhou o seu terno
Agora danou-se, que noite de azar...
Não jogue pedra na onça, que acaba mal
Se a onça tava trincada, vai ter quebra-pau
Quando a confusão chega pra ficar
É pedra pra todo lado, no forró inesperado
E o fim é brutal
Romeu fora do eixo não aguentou
Um soco acertou bem no queixo
A moça gritou, que doeu o ouvido
E pra tomar partido outra turma chegou
Cadeira voando, muita gente sangrou
E a banda não parou, seguia tocando
Foi sem querer, foi só um esbarrão!
Foi um desaforo, não vai ter perdão
Não jogue pedra na onça, que acaba mal
Se a onça tava trincada, vai ter quebra-pau
Quando a confusão chega pra ficar
É pedra pra todo lado, no forró inesperado
E o fim é brutal
Romeu não via mais ninguém no salão...
A lembrança da noiva... e a sua solidão...
Cadê Helóisa? Quêde solução?
Cadê juízo? Seu chão...
Não jogue pedra na onça, que acaba mal
Se a onça tava trincada, vai ter quebra-pau
Quando a confusão chega pra ficar
É pedra pra todo lado, no forró inesperado
E o fim é brutal