Em entrevista, Lula respondeu aos indícios da Polícia Federal de que seu filho teria atuado junto ao Palácio do Planalto para agendar uma reunião entre uma lobista e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Berger. Nas mensagens citadas, a lobista avisa que chegou a Brasília e o filho responde: "que ótimo, vai com tudo". Lula rebate: "O fato de ter pego conversas no telefone não justifica absolutamente nada", e afirma que até agora não existe prova de um centavo público nem de conversa do filho com qualquer ministro. Ele garante que o filho será investigado como qualquer cidadão e que tem certeza de que ele não fez nada.